Um rival de peso para o Kindle (A morte dos livros contra ataca)
O Kindle quer acabar com os livros, e o Ipad quer acabar com os livros e o Kindle.
Ano passado eu fiz um post contando sobre os rumos do Kindle, na época o aparelho tinha tudo para desbancar os livros e jornais, seus rivais eram insignificantes em comparação a tecnologia do devorador de livros.
Só que no mundo tecnológico, estar na ponta não significa nada se vc não estiver sempre se atualizando. Neste meio tempo [quase dois anos] surgiu o Ipad, a nova sensação de Steve Jobs.
Jobs é o Midas da tecnologia, na sua segunda vida como diretor da Apple [Ele já foi diretor uma vez, foi expulso e voltou] ele criou o império do “I”, com os Ipods [O aparelho de música mais vendido e substituto direto do Walkman] e ainda o Iphone e ainda reformulou a linha de Notebooks e computadores pessoais da MAC [Que são objetos de desejo de todos as pessoas que gostam de informática].
Quando o Ipad foi lançado no dia 27 de Janeiro, o mundo não ficou muito surpreso. As expectativas em relação ao aparelho eram bem maiores que o próprio Ipad. Algumas pessoas chegaram a dizer que o “Mago Jobs” finalmente tinha errado, depois de anos de sucessos.
Ainda é cedo pra dizer isso, o Ipad ainda não chegou as lojas [previsto para Março] no Brasil só no segundo semestre. Só que o Ipad se criou pra revolucionar um meio, e não foi o digital.
Ipad foi criado para revolucionar a impressa. Jobs o novo Gutenberg?
Um novo Gutenberg seria profetizar demais, Jobs está seguindo o caminho que o Google e a Amazon não estão percorrendo. Pra quem não sabe a Google quer distribuir em seu site Googlebooks livros gratuitamente, lucrando com os já tão conhecidos patrocínios Google. A Amazon reformulou seu Kindle para virar um leitor de jornal.
Jobs já fechou uma parceria com as maiores empresas de mídia do mundo, inclusive com o grande magnata das comunicações Rupert Murdoch [q controla o "The Times", "The Sun", "News of the World", NYTimes entre outros]. A Amazon tentou fechar uma parceria ano passado para ter o direito desses jornais, mas o teve a “porta fechada na cara” por Murdoch um homem avesso a tecnologia.
Assim como a Apple revolucionou o mercado fonográfico ao lançar a Apple Store e vender disco para os usuários de Ipod. Ela vai traçar o mesmo caminho com os jornais. Agora Jobs vai atrás das editoras, pelo que comentam nos bastidores o Kindle já perdeu essa guerra, pq Jobs está a um passo deste acordo que será confirmando antes do lançamento de Março.
Veja o que já foi publicado sobre o Kindle e outros leitores digitais.
Será o fim dos Livros [Clique aqui]
Xiii Sujou para o Kindle [Clique aqui]
Ele se reinventou pra ficar [Clique Aqui]
Sony contra-ataca Amazon (Sony Ebooks Readers) [Clique aqui]
Dia 19 ele estará no Brasil (Kindle for export?) [Clique aqui]
Conheça toda a obra de Hitchcock por apenas 1 real por filme
“Eu sou um filantropo: Eu dou às pessoas o que querem. As pessoas adoram estar horrorizadas, apavoradas.” Hitchcock
Se vc não conhece toda a obra deste Mestre do cinema, aqui vai a sua grande oportunidade. O recém reformado Cinema Olindo [parte do projeto da revitalização do centro velho], vai exibir todos os filmes do Mestre do Suspense com sessões a 1 real.
Além de ver os filmes, vc pode conhecer o novo espaço que agora além de abrigar um Cinema, ele divide espaço com a Escola de Dança do Estado de São Paulo. E também uma área destinada a exposições de fotografias e uma vasta biblioteca focada em arte.
O Festival Hitchcock vai do dia 17 ao 28 os ingressos só podem ser comprados no dia do filme.
Se tudo der certinho eu vou para assistir o Festim Diabólico.
CHANTAGEM E CONFISSÃO
(Blackmail, Inglaterra, 1929, 84 min). Com Anny Ondra, Sara Allgood, Charles Paton e outros.
Jovem tímida aceita a sugestão do noivo detetive de conhecer o ateliê de um pintor. Lá, ela sofre uma tentativa de estupro e acaba matando o artista. A única testemunha do crime decide fazer chantagem.
| Dia 17, 15h. Dia 24, 17h
REBECCA – A MULHER INESQUECÍVEL
(Rebecca, Estados Unidos, 1940, 130 min). Com Laurence Olivier, Joan Fontaine, George Sanders e outros.
Moça humilde se casa com homem rico. Quando se muda para a mansão dele, passa a viver sob à sombra da ex-mulher, amada por todos, que morreu tragicamente. O filme ganhou o Oscar de melhor filme e fotografia.
| Dia 17, 17h. Dia 23, 19h30
O RINGUE
(The Ring, Inglaterra, 1927, 123 min, silencioso). Com Carl Brisson, Lillian Hall-Davis, Ian Hunter e outros.
Lutador de boxe em ascensão enfrenta dificuldades porque a esposa o está traindo com um campeão.
| Dia 17, 19h30. Dia 23, 17h
ASSASSINATO!
(Murder!, Inglaterra, 1930, 92 min). Com Herbert Marshall, Norah Baring, Edward Chapman e outros.
Atriz é vista pela polícia ao lado do corpo de uma amiga. Todas as evidências de culpa apontam para ela, que é julgada como assassina. Um membro do júri suspeita do namorado da ré e passa a investigar o caso.
| Dia 18, 15h. Dia 24, 19h30
TOPÁZIO
(Topaz, Estados Unidos, 1969, 126 min). Com Frederick Stafford, Dany Robin, John Vernon e outros.
Agente americano da CIA contrata um agente francês para ir a Cuba investigar os boatos de que os soviéticos estariam fabricando mísseis. A situação se complica com uma visita de Fidel Castro a Nova Iorque.
| Dia 18, 17h. Dia 25, 19h30
SR. E SRA. SMITH – UM CASAL DO BARULHO
(Mr. & Mrs. Smith, Estados Unidos, 1941, 95 min). Com Carole Lombard, Robert Montgomery, Gene Raymond e outros.
Casal descobre que não está oficialmente casado. O homem decide ter um caso com a própria mulher, mas ela não se diverte com a situação.
| Dia 18, 19h30. Dia 27, 15h
O MISTÉRIO DO NÚMERO 17
(Number Seventeen, Inglaterra, 1932, 63 min). Com Leon M. Lion, Anne Grey, John Stuart e outros.
Gangue de ladrões entra em uma casa pouco depois de ocorrer um roubo e um misterioso assassinato no local. Um detetive, porém, está atrás deles.
| Dia 19, 15h. Dia 25, 17h
SUSPEITA
(Suspicion, Estados Unidos, 1941, 99 min). Com Cary Grant, Joan Fontaine, Cedric Hardwicke e outros.
Socialite suspeita que o marido é um assassino.
| Dia 19, 17h. Dia 24, 15h
RICOS E ESTRANHOS
(Rich and Strange, Inglaterra, 1931, 92 min). Com Henry Kendall, Joan Barry, Percy Marmont e outros.
Casal recebe uma herança e decide realizar um sonho: viajar em um cruzeiro para pessoas ricas.
| Dia 19, 19h30. Dia 25, 15h
LIFEBOAT – UM BARCO E NOVE DESTINOS
(Lifeboat, Estados Unidos, 1944, 97 min). Com Tallulah Bankhead, Walter Slezak, William Bendix e outros.
No Atlântico, durante a Segunda Guerra Mundial, sobreviventes ingleses e americanos de um naufrágio ocupam um bote. No percurso, salvam um alemão que descobrem ser nazista.
| Dia 20, 15h. Dia 26, 17h
FRENESI
(Frenzy, Estados Unidos, 1972, 116 min). Com Jon Finch, Barry Foster, Barbara Leigh-Hunt e outros.
Mulheres são atacadas por um serial killer, em Londres, enquanto o principal suspeito tenta provar a inocência.
| Dia 20, 17h. Dia 26, 15h
TRAMA MACABRA
(Family Plot, Estados Unidos, 1976, 121 min). Com Barbara Harris, Bruce Dern, Karen Black e outros.
Um taxista e uma falsa médium tentam extorquir uma rica velhinha, afirmando poder se comunicar com o sobrinho morto. Enquanto isso, um joalheiro ladrão e a namorada seqüestram um magnata grego para obter o resgate. As tramas acabam se cruzando. Último trabalho de Hitchcock.
| Dia 20, 19h30. Dia 27, 17h
DISQUE M PARA MATAR
(Dial M for Murder, Estados Unidos, 1954, 105 min). Com Ray Milland, Grace Kelly, Robert Cummings e outros.
Homem decide matar a mulher e faz chantagem a um ex-colega de faculdade, obrigando-o a assassiná-la como se fosse um assalto. Um fato inesperado dá uma reviravolta no plano.
| Dia 21, 15h. Dia 26, 19h30
FESTIM DIABÓLICO
(Rope, Estados Unidos, 1948, 80 min). Com James Stewart, John Dall, Farley Granger e outros.
Na cidade de Nova Iorque, dois rapazes inteligentes matam um amigo. Para provar que são capazes de realizar o crime perfeito, decidem esconder o corpo em um baú o qual servirá, mais tarde, como mesa em uma festa.
| Dia 21, 17h. Dia 27, 19h30
JANELA INDISCRETA
(Rear Window, Estados Unidos, 1954, 112 min). Com James Stewart, Grace Kelly, Thelma Ritter e outros.
Enquanto está com a perna engessada, fotógrafo passa o tempo observando, através da janela de seu apartamento, a vida dos vizinhos. Certo dia, julga testemunhar um assassinato e pede à noiva e a um amigo policial que investiguem o fato.
| Dia 21, 19h30. Dia 28, 15h
THE SKIN GAME
(Inglaterra, 1931, 77 min). Com C.V. France, Helen Haye, Jill Esmond e outros.
Os resultados desastrosos da batalha entre duas famílias rivais.
| Dia 23, 15h. Dia 28, 17h
A Sala Olindo está localizada na: Avenida São João, 473 Térreo ao 2º andar
Telefones: 3331-8399 ou 3397-0171
Cormac McCarthy em um conto sobre a esperança (A Estrada – O Livro)
Vc deve continuar o caminho filho.
Pq pai ?
Vc leva o fogo.
Mas eu não sei onde está o fogo ?
Sabe sim filho, ele está dentro de vc.
Conheci este livro ao acaso após ler “Onde os velhos não tem vez” [Meu primeiro livro de McCarthy] ai acabei fazendo uma pesquisa e gostei da sinopse. É a segunda vez que leio. A primeira foi no fim de 2008. Resolvi fazer a releitura dele e criar este post. Pq o livro ganhou uma adaptação para o cinema que vai estrear na semana que vem.
[Aguarde futuramente um Post sobre o Escritor]
Vamos ao livro então.
A Estrada é um livro que mostra uma visão apocalíptica do nosso futuro, onde as cidades estão destruídas e o ser humano regride a um estágio primitivo, onde sobreviver é a justificativa para qualquer ato[como canibalizar os mais fracos].
O livro segue dois personagens, o Pai e o Filho [eles não tem nomes, na verdade ninguém no livro tem nome]. Os dois tentam sobreviver neste mundo novo e selvagem, “O Pai” tem um plano de levar “O Filho” para a costa, pq diz q lá é mais seguro. [apesar de não existir certeza de nada]
No meio desta viagem a pé até o sul, os dois vasculham entre os destroços das civilizações, a procura de alguma coisa que os faça sobreviver mais um dia. No meio do caminho eles encontram latas em conserva, roupas velhas, sapatos e tudo mais.
Ao andar pela Estrada, eles correm o risco de “encontrar outros”, ou como o pai costuma se referir, Os Homens Maus. Eles são canibais que atacam outras pessoas para sobreviver, mas andar pela floresta também é perigoso, então só resta A Estrada.
Em uma das passagens do livro, eles encontram uma antiga casa colonial, a vasculham inteira e encontram roupas novas, sapatos e cobertores. O Pai acaba desconfiando do excesso de organização da casa, então vai até o porão vasculhar, ao descer as escadas se encontra dentro de uma armadilha.
Dentro do porão existem mulheres e homens presos por correntes, com partes do corpo decepado. Por sorte ele e seu filho conseguem escapar desta família assassina.
Essas e outras coisas os fazem se questionar o pq continuar a lutar, já que a humanidade já perdeu toda a sua dignidade. Então ele olha para seu filho e encontra a resposta
Uma lacuna sem explicação no livro [criada propositalmente], é o que aconteceu com o mundo ? Para ele regredir a este estágio?
Com alguns sinais, podemos especular que a terra sofreu um holocausto nuclear, mas isso não é explicado e sim induzido. Ao mesmo tempo não sabemos a data correta e se esse mundo negro só está acontecendo no local onde eles estão.
Apesar dos momentos “Cinza do livro”, o enfoque não é a violência e sim a esperança. Onde um Pai tenta a todo custo buscar uma maneira de sobreviver, sem ferir seu código de ética, para dar um futuro incerto para seu filho. A busca pelo litoral é o destino imaginário de um futuro melhor, onde ele sonha em encontrar outras pessoas como ele, para reconstruir o mundo com seu filho.
Seu filho é a sua maior esperança, pq apesar de toda a destruição e o estada primitivo, o seu filho guarda a bondade no coração. Como em diversas vezes ele convence o Pai a ajudar alguém no meio do caminho. Por isso ele sempre diz que o filho leva o fogo. O fogo de uma nova esperança para criar um mundo novo e afastar as cinzas da humanidade.
O livro, está sendo relançando e chega às livrarias com nova capa semana que vem, e poderá ser comprado pelo valor médio de 35,00 Reais. O filme vai estrear aqui no Brasil no próximo final de semana, então farei uma comparação entre Livro e Filme.
Mel Gibson Volta em grande estilo (O Fim da Escuridão)
“A melhor maneira de ter bons filhos é fazê-los felizes.” Oscar Wilde
“Sábio é o pai que conhece seu próprio filho.” Shakespeare
Mel Gibson ficou oito anos sem atuar, e só voltou a ser ator [pq estava brincando de diretor por ai] pq o personagem deste filme, deveria ser ele. O Fim da escuridão é uma adaptação de uma série da BBC Inglesa que fez muito sucesso no Reino Unido na década de 80.
Gibson faz o papel do pai policial [Thomas Craven], que tem sua filha assassinada na porta da sua casa [a filha interpretada pela bela Servia Bojana Novakovic], inicialmente Thomas se sente culpado pq o atirador anônimo gritou Craven. Com o passar do tempo o bom policial começa a investigar a própria filha, então descobre que ela estava envolvida com uma empresa que fabricava armas nucleares de maneira ilegal, só que além de fabricar ela produzia o armamento ao modo do inimigo, podendo assim incriminar quem ele quiser.
Craven então começa a andar entre a linha do bem e do mal, sendo constantemente perseguido. Apesar de ser um filme de ação vemos poucos tiros sendo trocados, o ponto forte do filme são os diálogos e o outro personagem Jedburgh [interpretado magistralmente e com sotaque britânico e tudo pelo ator Ray Winston].
Jedburgh é pago por poderosos para “limpar a sujeira” cometida nas manobras políticas, só que Jedburgh escolhe como executar a missão [sempre da melhor maneira possível]. Este executor simpatiza com Craven e sua busca, apesar de Craven estar na mira de Jedburgh.
Vale a pena prestar atenção no Diálogo, onde Jedburgh se compara a Diógenes [Filosofo Grego que andava pela cidade a luz do dia, empunhando uma lanterna a procura de um homem de grande caráter] e que como “o grego” estava a vida toda a procurar um homem puro de caráter.
Outra grande cena é logo após a filha de Craven morrer em seus braços. Craven vai ao banheiro para se limpar do sangue, ao se limpar lembra que “aquilo” é a única coisa que resta de sua filha no momento. Então ele guarda a toalha com o sangue da própria filha, depois o resto de sangue escorre pelo ralo da pia, a prova que a vida havia se esgotado naquele momento, e só sobrou às lembranças.
Há outras cenas legais de Flashbacks de momentos dos dois, mostrando o amor que ele tinha pela filha e a maneira como ele sempre cuidou bem dela e norteou a sua vida [talvez por isso ela tenha morrido]. Nas cenas de ação Mel Gibson lembra muito Porther [do filme O Troco], só que sem o toque de comédia, mas com o olhar penetrante do ator.
Vale a pena ver o retorno de Mel Gibson, um dos atores mais notáveis do cinema americano, neste filme que vai te fazer ficar preso na poltrona do cinema durante todo o tempo.
Ouvindo no IPOD (Volta as Aulas) #4
Volte para as aulas com muito rock and roll.
Férias, nada melhor do q as férias. Só que um dia ela acaba, e vc tem que voltar a escola, ela é a sua segunda casa se vc ainda não trabalha, para quem trabalha muito a escola é a terceira casa.
Se vc parou de estudar, sempre vale relembrar os tempos de acordar cedinho, ver sua professora chata de biologia [a minha tinha cavanhaque] ou sua professora gata de literatura [a minha era gata mesmo]. Bagunçar na hora do intervalo e programar o fim de semana.
Apesar de terem sido tempos difíceis, uma equação de matemática é bem mais fácil de se resolver do que os problemas com a sua conta bancária.
5º Junk – Vamo é comemorá [ Mas que saco é levantar cedo/Vem o mau humor o dia inteiro/Sorte que a moçada tá unida/Se junta no recreio...Puta sono!/Ouvindo Ozzy ainda me lembro/De falar palavrão o dia inteiro/Passar a mão na bunda da menina/E xingar o porteiro]
Essa música embalou o meu 3º colegial, a banda não é muito conhecida, lançou apenas um CD e depois sumiu do mapa [quem tiver notícias da banda se apresente]. Mas este som traduz as angustia da saída do colégio, o fim da rotina simples e diária, apesar de tudo tenho uma certa saudade do colegial, foi uma época divertida.
4º Rod Stewart – Maggie May[Wake up Maggie I think I got something to say to you / It's late September and I really should be back at school/ I know I keep you amused but I feel I'm being used/ Oh Maggie I couldn't have tried any more / You led me away from home just to save you from being alone / You stole my heart and that's what really hurts]
Essa canção é linda, ela fala sobre aquele amor do verão. Sabe aquele, q dizem q não sobe a serra, q o avião nunca chega. É sobre este amor, só que vc não pode ficar com a pessoa, vc tem q voltar pro seu cotidiano, voltar as aulas. E além de tudo a pessoa é bem mais velha que vc, parece mais um conto de amor impossível. [Todo mundo já teve sua Maggie May].
3º Pink Floyd – Another Brick in The Wall, part2 [We don't need no education/We don't need no thought control/No dark sarcasm in the classroom/Teachers leave them kids alone]
The Wall é considerada a Magnum Opus desta banda[não concordo sou mais The Dark side Of The Moon], essa parte da canção, [nem todos sabem que ela é dividida em 3 partes] a q mais toca na rádio conta um pouco da opressão dos alunos na mãos dos professores. Então ele repete: Vc [professor] é apenas mais um tijolo no muro, muro esse que pode ser representado pela barreira q a sociedade coloca nas pessoas. Tanto da liberdade como na criatividade.
Atire o primeiro tijolo que nunca foi podado por um Professor….
2º The Police – Don´t Stand so close to me [Young teacher the subject/ Of schoolgirl fantasy/She wants him so badly/Knows what she wants to be / Inside her there's longing / This girl's an open page / Book marking - she's so close now /This girl is half his age ]
Police é meu power trio favorito, quando eles estiveram no Brasil eu não pude ver. Perdi um puta show, o Sting canta e toca muito, não só o Sting, mas a banda inteira.
A música Don´t Stand So close to me, conta a história do caso clássico do amor platônico entre aluno e professora. Todo mundo já sofreu com isso alguma vez. Os professores são modelos de conduta e com isso acabamos sofrendo deste mal. Normalmente isso acontece com as garotas, nós apenas sentimos atração física pela professora. [Eu adorava minha professora de literatura, será por isso q eu gosto tanto de ler]
1º Ramones – Rock’n'Roll High School [Well I don't care about history/ Rock, rock, rock'n'roll high school / 'Cause that's not where I wanna be/ Rock, rock, rock'n'roll high school / I just wanna have some kicks/I just wanna get some chicks / Rock, rock, rock, rock, rock'n'roll high school]
Pra finalizar bem rapidinho, Ramones. Nesta canção ligeira q mostra como curtir os dias na escola. Esqueça a Historia só se preocupe com o Rock And roll. Se uma garota der um fora em vc, vc ainda tem o Rock and Roll.
[Clique aqui para baixar a seleção]
Aproveite então a volta as aulas...eu fique no saudosismo e se lembre dos bons e velhos tempos, onde sua preocupação era a decorar o ciclo de Krebs…e não se preocupar com o relatório mensal ou se seu chefe vai acordar de mal humor.
Insanidade e diversão, Bem vindo a Zombieland
Regra Número 1: Sempre tenha um Bom Condicionamento Físico.
Regra Número 2: Sempre atire duas vezes.
Ontem peguei um tempo vago do meu dia e fui ver Zombieland. E não me arrependi. Apesar de ser classificado como um filme de terror ele facilmente passaria por um filme de comédia.
Seus personagens paranóicos e beirando a insanidade dão o toque de classe ao filme. Columbus [Jesse Eisenberg, um excelente ator desta nova safra] o narrador do filme e herói , não ele não é um herói, a regra número 7 do seu manual de sobrevivência diz: Nunca banque o Herói.
Com esse manual de sobrevivência, este franzino garoto se tornou um dos poucos habitantes desta nova terra infestada de Zombies. Além deste livreto de regras ele é totalmente paranóico por segurança. E só escapou do contágio inicial pq vivia sempre sozinho e não tinha amigos, muito menos uma namorada.
O contágio inicial veio da doença da vaca louca, um lote de hambúrguer infectado acabou espalhando o vírus pelo mundo inteiro.
Para balancear o certinho Columbus, temos Tallahassee, que o ator Woody Harrelson, faz com maestria. Tallahassee é um psicótico solitário que resolveu se divertir neste novo mundo, se divertir mesmo. Ele se especializou em matar zombies [Vale destaca para a cena em que ele pega um banjo e chama os zombies e depois bate neles com o instrumento]. Tallahassee se diverte o filme inteiro [ele acha que vive em um filme de ação] com suas maneiras diferentes e desafiadores de como matar zombies. Só que Tallahassee tb tem um desejo, encontrar um Twinkie, um doce que ele sempre comia antes do contágio, só que agora se tornou um item raro.
No meio desta aventura, não podem faltar garotas. Ai entra duas golpistas. As irmãs Wichita [interpretado pela bela Emma Stone] e Little Rock [Abigail Breslin, que a cada dia fica mais bonita], apesar do mundo estar devastado e quase sem humanos, as duas insistem em enganar os dois últimos homens na face da terra. Wichita quer levar sua irmã Little Rock para um parque de diversões, para tentar preservar a infância perdida.
Em dado momento, os quatros se unem e viajam juntos, cada um em busca do seu objetivo, mas sempre tentando curtir o que restou do mundo, [regra número 27: Aproveita as pequenas coisas]. Nesta viagem Columbus tenta voltar pra casa em busca de uma família que nunca teve, mas percebe que mais nada restou no mundo. A única coisa que resta é ele e seus “amigos”. Então assim ele consegue finalmente ter uma família [psicótica, mas uma família].
O filme tem boas doses de humor, como quando os sobreviventes, vão até a mansão de Bill Murray passar uma boa noite de sono. Outra sacada do filme são, os letreiros das regras que aparecem constantemente para relembrar os personagens como sobreviver.
Ver Zumbieland é diversão garantia, dê risada tome poucos sustos e se divirta e é claro lembre sempre das regras, nunca se sabe o dia de amanhã.
Até a chuva parou para ver o Metallica
Por Humberto Domiciano
A cidade de São Paulo tem sofrido muito com as chuvas. Em janeiro choveu todos os dias e para a felicidade de quem compareceu ao Morumbi para assistir ao show do Metallica, o segundo no Brasil.
Com o clima ameno, os fãs tiveram a abertura da noite com o Sepultura. O grupo brasileiro que vem divulgando o álbum “A-Lex” fez um show empolgante. A atual formação, junta desde 2006, não inventa e reproduz com muita fidelidade os sons antigos e as músicas do trabalho mais recente. Um bom aquecimento.
O show
A pista do Morumbi já estava bem lotada quando as luzes do estádio se apagaram. Poucos minutos depois, os telões começaram a exibir um trecho do western “The Good, the Band and The Ugly”. Ao final, os PA’s soltaram “The Ecstasy of Gold”, de Ennio Morricone.
A entrada triunfal do Metallica se deu com “Creeping Death”, do “Ride the Lightining” e emendada com “For Whom Bell Tolls”, do mesmo álbum. Sem pausa, a banda apresentou a primeira raridade da noite, “The Four Horseman”, do primeiro disco do grupo, “Kill Em’ All”.
Com o fôlego em cima, foi a vez da potente “Harvester of Sorrow”, do clássico “…And Justice for All”. Com o público ‘ganho’, James Hetfield falou com a plateia e perguntou se todos estavam sentindo as mesmas energias que a banda, quando surgiram os primeiros acordes de “Fade to Black”.
Aí foi a vez de soltar as músicas de “Death Magnetic”. Primeiro foi “That Was Just Your Life”, depois “The End of the Line, que teve uma versão poderosa, com direito a Hetfield quase balbuciando o trecho final do som. O grupo ainda emendou a semi balada “The Day That Never Comes”, que deram boas mostras do que a banda ainda é capaz de fazer no estúdio.
Mais uma pausa e Hetfield aproveitou para dedicar “Sad But True” para os brasileiros do Sepultura. Desde 1999, quando as duas bandas se apresentaram em São Paulo, sempre rolaram comentários de que os americanos haviam sabotado a apresentação dos brasileiros. Acho que qualquer rusga se dissipou.
Depois a banda apresentou “Broken, Beat & Scarred” do novo disco e preparou os 68 mil presentes para uma grande destruição. Iniciada por “One”, primeiro hit do grupo, emendada pela pesada “Máster of Puppets” e pela surpreendente “Blackened”, com direito a fogo no palco e ao redor dele.
Para quem achou que era pouco, a balada “Nothing Else Matters” arrefeceu um pouco os ânimos e serviu para entrada de “Enter Sandman”, que fechou a primeira parte do set.
Na volta para o bis, a banda informou que aquela era a hora de prestar um tributo para artistas que de uma forma ou de outra influenciaram o Metallica. A escolhida da noite foi “Stone Cold Crazy”, do Queen, gravada originalmente no álbum “Garage Days”.
Se não bastasse a banda tocou “Motorbreath”, que pouco tem aparecido nos sets, e fechou com a excelente “Seek and Destroy”. A catarse ainda durou mais uns 10 minutos, quando o guitarrista Kirk Hammett e o baixista Robert Trujillo ainda interagiram com o público mais próximo do palco. A apresentação só teve um ponto fraco, que foi o microfone usado por Hetfield, que falhou algumas vezes. O baterista Lars Ulrich, por sua vez, apresentou uma forma perfeita, ao contrário do que vem fazendo em estúdio.
O resumo é que quem viu o Metallica nessa fase teve um privilégio de assistir uma banda que quase morreu, mas renasceu e mostrou todo o seu poder de fogo.
Set-list
Creeping Death
For Whom the Bell Tolls
The Four Horsemen
Harvester of Sorrow
Fade to Black
That Was Just Your Life
The End of The Line
The Day That Never Comes
Sad But True
Broken, Beat & Scarred
One
Master of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
Encore
Stone Cold Crazy (cover do Queen)
Motorbreath
Seek and Destroy
Aquecimento Zombieland (Zombies mais pops q o Papa)
“Há mais coisas entre o céu e a terra, Horácio, do que sonha a nossa vã filosofia”. Hamlet Ato I – Cena V
Pra comemorar a estréia de Zombieland resolvi dedicar um post a esses monstros.
A palavra “Zombie” vem do Haiti, que significa morto vivo, e está muito ligado com a tradição da religião VUDU. Nos lugares praticantes de VUDU existe a lenda de que os mestres desta religião tem o poder de trazer de volta um morto [normalmente um ente querido] e colocar ele sobre o seu controle [Mais detalhes veja o magnífico filme a Chave Mestra].
Não sou muito de acreditar no poder de magias e coisas do tipo, mas eu meio que acredito no VUDU e em seus encantamentos, assista aos extras do filme a Chave Mestra, eles assustam bem mais que o filme.
Voltando aos Zombies do cinema, os monstros tiveram seu auge no cinema nas mãos do diretor George Romero, com o seu filme a Noite dos Mortos Vivos [Clique para saber mais sobre o filme]. Não se pode falar de Zombies sem falar de Romero. O Diretor fez mais de 13 filmes com esses monstros.
Os filmes do diretor apesar de repetidamente usar o tema dos Zombies, sempre foram carregados com criticas sociedade americana. Focando principalmente nos problemas culturais entre o Norte e Sul [RedNecks] do país por conta do racismo.
De um tempo pra cá esses monstros abandonaram o gênero Terror e migraram para a Comédia-terror: Stripers Zombies [Péssimo Filme] e Zombieland [q não vejo a hora de ver no cinema] são provas disso. Mas ainda temos outros filmes que se comprometem com o terror REC [leia sobre REC aqui] e Extermínio, que honram o gênero sanguinolento.
Os Zombies se tornaram tão populares no mundo inteiro, que em vários países temos a ZombieWalk. Que é um movimento público organizado por um grupo de pessoas [tudo feito via Internet] onde se vestem de zumbies. E organizam uma rota através das ruas da cidade, passando por shoppings, parques e outros locais com grande público.
Aqui no Brasil essa onda já pegou, e acontece todo ano no dia de Finados e fantasiados eles caminham pelo centro da cidade.
Além dos movimentos sociais, os Zombies estão nos Videogames, quem nunca jogou Resident Evil, ou mesmo o magnífico Dead Rising Do Xbox360 [meu jogo favorito], uma mistura de terror com humor. Pra quem não sabe Zombieland é baseado em Dead Rising.
Se vc gosta dos mortos vivos, que só param de andar com um tiro na cabeça, veja essa lista de bons filmes do gênero e assista no cinema Zombieland.
5º Extermínio
4º Dawn of the Dead
3º The Evil Dead
2º REC
1º Noite dos Mortos Vivos
Cuidado as vacas invadiram São Paulo (COW Parade 2010)
“Na arte só uma coisa importa: aquilo que não se pode explicar”. George Barque.
Se vc mora aqui em São Paulo, já deve ter percebido que as vacas voltaram a invadir a capital. Ao todo são 90 vacas espalhadas, que vão conviver com os moradores da cidade até março.
A “CowParade” começou em 1998, quando o artista suíço Pascal Knapp criou diversas esculturas em formato de vaca para provocar o riso. A idéia tornou-se exposição que, desde então, já passou por 58 cidades no mundo todo.
São Paulo foi a primeira cidade da América do Sul a receber a mostra, que passou pela capital paulista há quatro anos, além de Curitiba e Belo Horizonte [ambas em 2006] e Rio de Janeiro [2007].
Esta Cow Parade está repleta de “vacacelebridades”, sim as vacas estão cada vez mais temáticas, ”Cowby” e “Micowjackson” remetem, respectivamente, aos cantores Cauby Peixoto e Michael Jackson. Temos também as Vacas politicamente corretas como: “Cicowvia”, “100% Brasileira”, “Vá Carbono”, “Cow Seletiva” falam de sustentabilidade.
As vacas não são de toda a bondade também, em meados de 2000, uma das vacas da cidade de Estocolmo, foi raptada e decapitada em praça pública. O grupo ativista da cidade fez isso para criticar a quantidade excessiva de propaganda nas vacas. Aqui em Belo Horizonte algumas vacas foram questionadas pela sua enorme quantidade de propaganda e seu baixo valor artístico.
[O que vc acha disso, arte ou propaganda ?]
Mas vamos ver o lado positivo, é diferente vc andar de carro e ver uma vaca parada do nada no meio da calçada.
Se vc for de sampa ou estiver em sampa, siga as vacas com o mapa abaixo.
A grande mudança
Por Humberto Domiciano
[Estamos perto do Show do Metallica, pra aquecer os motores temos a resenha do humberto que comenta o disco: Black Album]
O Metallica chegou aos anos 1990 como uma das principais bandas de metal do mundo. Ao lado do Iron Maiden, o grupo estava no topo das paradas e tinha a tarefa de gravar um sucessor a altura de “…And Justice For All”, um petardo, com um lado mais progressivo, mas igualmente pesado.
“Metallica” ou o Black Album, chegou às lojas em 1991 e de cara deu um choque nos fãs. O peso continuava, mas a banda mostrava que nos próximos anos iria apostar em algo diferente, mais voltado ao hard rock e até mesmo ao rock tradicional.
Outro ponto que chama a atenção no disco é a presença maior do baixista Jason Newsted, que de certa forma acabou sacrificado no trabalho anterior. Além disso, a chegada do produtor Bob Rock transformaria para sempre o som do grupo. Abaixo seguem alguns comentários sobre cada som desse grande clássico do rock.
Enter Sandman: A abertura não poderia ser melhor. A música vai crescendo, cada instrumento aparecendo até desembocar em um riff vigoroso. Clássico que está nos set-lists da banda até hoje. A letra ameaçadora e os excelentes vocais de James Hetfield são outro ponto interessante do som.
Sad But True: Riff? Alguém pediu riff? Eis mais um. Sampleada por Kid Rock e por Snoop Dogg, a música também tornou-se clássica. Se o Metallica deixava de ser tão thrash metal, conseguia levar seu som para públicos e patamares improváveis.
Hollier Than Thou: Por se tartar de um disco de transição, era natural que algum traço do Metallica mais antigo aparecesse. Aqui é um bom exemplo. Música rápida (mais curta do disco) e pesada, sem frescuras.
The Unforgiven: Aqui temos a primeira polêmica. O Metallica fazendo baladas? Foi o primeiro som que alçou o grupo para outros públicos, distantes do rock e principalmente do heavy metal. A banda anda gravaria mais duas músicas com o mesmo nome!
Wherever I May Roam: Temos um bom rock aqui. O início com toques orientais e a quebrada de ritmo no começo da música dão o caminho para o que virá a seguir. Outro excelente riff, desta vez de Hetfield.
Don’t Tread On Me: Outro excelente som. Vale destacar o solo perfeito de Kirk Hammett e um duelo entre ele e Hetfield na parte final da música.
Through the Never: Mais uma música que remete ao clássicos. Não só pelo refrão, mas também pelo andamento, mais rápido e com boas viradas de bateria do ‘finado’ Lars Ulrich.
Nothing Else Matters: Temos aqui outro som ‘bonitinho’ do Metallica. Presença obrigatória nos shows da banda até hoje, o som tem sua melhor versão tocada com a orquestra, no S&M.
Of Wolf and a Man: Bom som. Mais ligado ao hard rock, bom andamento de guitarra e bateria, vocais precisos e outra pedrada.
The God That Failed: Excelente linha de baixo de Jason Newsted, permeada por um bom riff de Hammett. A letra fala sobre a desilusão de Hetfield com a morte da mãe, que se recusou a se tratar de um câncer por questões religiosas.
My Friend of Misery: Riff lembra vagamente alguma coisa escondida no “… And Justice…”. Outra música legal, não ofende, mas também não empolga tanto, apesar do bom solo final.
The Struggle Within: Boa música para fechar os trabalhos. Tem a levada característica da banda, boas quebras de ritmo e vocal agressivo.




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